Postagens

The Serpentine Offering (significado da letra com comentários)

Imagem
A Oferta Serpentina: Explorando a Escuridão e a Redenção em "The Serpentine Offering" do Dimmu Borgir      A música "The Serpentine Offering" da banda Dimmu Borgir é uma profunda exploração da escuridão interior e da luta humana contra a ignorância e o desespero. A letra começa com a afirmação "My descent is the story of every man", sugerindo que a jornada de queda e escuridão é uma experiência universal. A repetição de "I am hatred, darkness and despair" reforça a ideia de que esses sentimentos são inerentes à condição humana, evocando uma sensação de inevitabilidade e onipresença do sofrimento. *Comentário: no trecho "The ferocity pervades everywhere, Waiting to be released at last", essa "ferocidade" não estaria relacionada ao obscurantismo da ignorância? considerando que sua libertação seriam ações contra a ausência de conhecimento?      A metáfora da serpente é central na música, representando tanto a tentação quanto a sa...

Explicação: minha experiência com a música

Bem, aos 11 anos de idade, tive minha primeira experiência com a música, nas aulas de flauta doce na Casa de Vovó Dedé ou Escola de Artes Mansueto Barbosa. Mas no início nessa escola, aos 10 anos de idade fazia aulas de Moral Cristã e uma vez, a professora de piano Regina Barbosa pegou minha mão e olhou e perguntou se eu não queria fazer aula de piano e eu, nessa época, achava que piano era demais pra mim e recusei. Mas aos 12 anos de idade repensei essa ideia e pedi para ter aulas de piano e foi aceita. Até hoje tenho meu caderno das aulas. Com o tempo, tornei-me gótica e a tia Regina percebeu meu estilo peculiar e me passou nas aulas músicas de Béla Bartók, como Bourré e Notturno. Apaixonei-me e desde essa época, tenho Bartók como minha referência no piano e na música erudita no geral.  Depois do piano, fiz aula de violino aos 16 anos, e depois tentei violoncelo, não lembro a idade. E nessa época, interessei-me pelo canto lírico, quando conheci o gênero metal sinfônico. After For...

Béla Bartók - um dos fundadores da etnomusicologia

Imagem
Béla Bartók é um dos fundadores da ciência que estuda a música em seu contexto cultural ou a antropologia da música (Merriam, 1964), a etnomusicologia. É pianista e compositor húngaro, que se destacou como pesquisador de música folclórica da Europa Oriental. Bartók nasceu em 25 de março de 1881, em Nagyszentmiklós, região situada na confluência das cultura húngaras, romena e eslovaca e tradicional foco de oposição aos Habsburgos. Sua mãe deu-lhe as primeiras aulas de piano aos cinco anos. Em 1888, com a morte dos pais, a família passou a viver em Vinogradiv, atual Ucrânia. Com 11 anos, Bartók deu seu primeiro concerto: o allegro da sonata Waldstein, de Beethoven, e sua composição O Curso do Danúbio. A família se transladou então a Presburgo, onde László Erkel lhe ensinou harmonia e piano.  Com 17 anos, ingressa na Academia de Música. Lá conhece Zoltan Kodaly, com quem empreenderia uma recopilação da música folclórica húngara. Em 1903 compõe um extenso poema sinfônico, Kossuth, heró...

In Death's Embrace - Dimmu Borgir

  Depois de dois anos e dois meses sem vir aqui expressar meus pensamentos sobre músicas, eis eu aqui de novo, para falar de mais uma música do Dimmu Borgir que me conquistou, chamada In death's embrace, ou seja, no abraço da morte. Desde meus idos 14 anos, a morte tem sido uma fonte de inspiração para mim e admiração. Foi quando me aprofundei no mundo da subcultura gótica. Enfim, falemos da música dita no título. De início, diz que uma maldição foi lançada a eles, e que eles terão de rasgar o brilho celestial em pedaços. No segundo parágrafo, repete-se o primeiro, com o detalhe da sombra do ceifador. No terceiro parágrafo, eles dizem não querer terminar a jornada colocada pela sombra do ceifador, pois são contra coisas cristãs. No quarto parágrafo menciona o pai celestial, que acho que eles estejam se referindo a Deus. Então eles dizem que o pai celestial está estendendo a mão em busca de clemência e eles não atendem, continuando seus fazeres pecaminosos. Assim, continuam sendo am...

Banda Ghost

 Se música fosse religião, com certeza Ghost seria a minha Ouço e me sinto preenchida, quando tudo parece não ter lá seu sentido e você tomasse uns goles de cachaça, vinho e se sentisse mais preenchida por dentro. https://www.youtube.com/watch?v=gkBt7yLXyDk Esta é a música que escuto sempre na virada do ano, até porque o próximo é um ano novo, é um começar do zero praticamente.

THE PASSION OF LOVERS - Bauhaus

 A paixão dos amantes é para a morte, ela disse Num passado letal mente perigoso em sentimentos Era como ter vivo a busca de algo em alguéns Talvez nem busca mas afinidades construídas em poucos segundos Como se viver paixões fosse morrer, eis a paixão dos amantes. Hoje estou longe disso, construindo essas palavras para num futuro lê-las e ter um ponto de vista diferente.

The Sinister Awakening - Dimmu Borgir

Tal música reflete minha forma de pensar sobre eu mesma. Nunca vontade de existir apenas, mas de viver segundo meus critérios felicidade e realização de minhas competições que tenho desde quando nasci. O despertar sinistro significa para mim, o ato de acordar de sonhos inúteis figurados  como paraíso mental de todo ser vivo e pensante. Tenho me em visto, eu ser minha própria deusa, tendo minhas verdades como peças.